martes, 8 de septiembre de 2009

Misturando as linguas!


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O portunhol (também conhecido como portanhol) é uma interlíngua (ou língua de confluência) originada a partir da mistura de palavras da língua portuguesa e da espanhola, línguas que têm origem no latim, muito comum em cidades de fronteira entre países de língua portuguesa e espanhola.

Devido a semelhança entre a língua portuguesa e a espanhola derivada do fato de possuírem como língua materna o latim, é muito comum às pessoas que dominam uma dessas línguas sentirem-se confortáveis para falar a outra imaginando que basta trocar uma palavra de português para a sua correspondente em espanhol ou vice-versa, sem levar em conta a gramática e a concordância.

É importante ressaltar a dificuldade de se classificar o chamado "portunhol" como uma "língua", visto que ele não apresenta uma constância de regras e termos, podendo variar de acordo com cada falante. No caso do espanhol e português, é certamente uma maneira de se falar.

Encontramos alguns exemplos engraçados de falar de portugueses que em solo espanhol se esforçam por falar de forma compreensível, como por exemplo:
olha, me dá um buelo, em vez de mira, deseo una torta...
ou quiero "átéstar" el carró, em vez de quiero llenar el coche numa bomba de gasolina.

Será justo também dizer que os espanhóis não se esforçam tão bem por falar o portunhol.

Outro facto interessante é de esta nova "língua" (ou forma de comunicação) é um desafio enfrentado nas cidades fronteiriças entre os países lusófonos e hispânicos, notadamente na tríplice fronteira (entre Argentina, Brasil e Paraguai) e ao sul do Estado do Rio Grande do Sul e ao norte do Uruguai. Nessas regiões, chegou-se ao consenso de que tornou-se necessário o ensino formal das duas línguas de forma concomitante, e as crianças começassem a se afastar desta norma "híbrida".

"Portunhol" também é uma forma pejorativa de se referir ao idioma galego (Galiza, noroeste da Espanha), porém de uso raro, geralmente por espanhóis doutras regiões.
(Wikipedia)

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Al generar compasión, se empieza por reconocer que no se desea el sufrimiento y que se tiene el derecho a alcanzar la felicidad. Eso es algo que puede verificarse con facilidad. Se reconoce luego que las demás personas, como uno mismo, no desean sufrir y tienen derecho a alcanzar la felicidad. Eso se convierte en la base para empezar a generar compasión.

Cada uno recoge, ni más ni menos, lo que sembró.
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