viernes, 25 de abril de 2008
En Sao Paulo como en Stgo
O público e o privado no trânsito de São PauloUm dos maiores problemas ambientais enfrentados pela população de São Paulo é o trânsito. São horas perdidas todos os dias apenas para ir e vir. E sobram acusações sobre responsabilidades. Na revista Exame, recentemente, havia uma matéria acusando o governo de não preparar o país para crescer, e que restringir o acesso de carros à cidade por conta do trânsito seria o mesmo que restringir exportações porque os portos estão saturados.Não há como defender uma posição tão simplista. Também não há como exigir mudanças profundas no modelo de transporte urbano em poucos dias. Mas há como definir melhor as responsabilidades em relação ao espaço urbano.A mobilidade é uma questão da municipalidade. Ou seja, a prefeitura deve garantir a mobilidade dos cidadãos, estejam eles motorizados, a pé ou em transportes públicos. E isto deve ser uma prioridade do poder público.Mas a imobilidade, ou seja, o estacionamento, este não é um direito social. As ruas não devem ser vistas como locais para estacionar. Este é um problema privado. Quem tem um carro deve se preocupar em estacioná-lo de forma adequada e as ruas não são espaços feitos para isto. Enquanto havia sobra de espaço a sociedade permitiu que as vias públicas fossem utilizadas para isto. Hoje o direito de mobilidade supera a gentileza do estacionar. A população de São Paulo não pode se dar ao luxo de perder precioso espaço urbano em ruas e avenidas de grande movimento com carros estacionados. Mesmo que seja em áreas de Zona Azul. Milhares de metros quadrados de área útil para a circulação podem ser liberados se simplesmente for proibido o estacionamento em vias como av. Sumaré, rua Thoedoro Sampaio, Cardeal Arcoverde, Faria Lima e muitas outras em regiões densamente povoadas.O direito de estacionar é uma relação entre privados. Mesmo áreas criadas pela prefeitura (que devem ser estimuladas) podem ser administradas por concessionários. Quem quer ter um carro deve entender que estacionar é parte do ônus e não do direito. O direito é de mobilidade. Por enquanto.
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Al generar compasión, se empieza por reconocer que no se desea el sufrimiento y que se tiene el derecho a alcanzar la felicidad. Eso es algo que puede verificarse con facilidad. Se reconoce luego que las demás personas, como uno mismo, no desean sufrir y tienen derecho a alcanzar la felicidad. Eso se convierte en la base para empezar a generar compasión.
Cada uno recoge, ni más ni menos, lo que sembró.
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